Bem, como podem ter sacado, eu fui ver o tão badalado filme “Avatar” do diretor James Cameron e, milagre dos milagres, consegui arrastar o meu irmão comigo embora parte do mérito seja do nosso amigo Francisco Russo que, depois de ver o filme numa sessão só para criticos como ele, falou tão bem do filme que convenceu o Bruno.
A sinopse do filme, caso você nunca tem ouvido falar dele (o que acho improvavel) é a seguinte: “Jake Sully (Sam Worthington) ficou paraplégico após um combate na Terra. Ele é selecionado para participar do programa Avatar em substituição ao seu irmão gêmeo, falecido. Jake viaja a Pandora, uma lua extraterrestre, onde encontra diversas e estranhas formas de vida. O local é também o lar dos Na’Vi, seres humanóides que, apesar de primitivos, possuem maior capacidade física que os humanos. Os Na’Vi têm três metros de altura, pele azulada e vivem em paz com a natureza de Pandora. Os humanos desejam explorar a lua, de forma a encontrar metais valiosos, o que faz com que os Na’Vi aperfeiçoem suas habilidades guerreiras. Como são incapazes de respirar o ar de Pandora, os humanos criam seres híbridos chamados de Avatar. Eles são controlados por seres humanos, através de uma tecnologia que permite que seus pensamentos sejam aplicados no corpo do Avatar. Desta forma Jake pode novamente voltar à ativa, com seu Avatar percorrendo as florestas de Pandora e liderando soldados. Até conhecer Neytiri (Zoe Saldana), uma feroz Na’Vi que conhece acidentalmente e que serve de tutora para sua ambientação na civilização alienígena.” (fonte: www.adorocinema.com)
Pois bem, não dá para chamar o James Cameron de mentiroso. O filme é sim, em certos aspectos, a revolução visual que ele prometeu. Embora eu não tenha conseguido ver em 3D (todas as sessões de todas as salas da Zona Sul do Rio e da Barra estavam lotadas no dia 23 de dezembro, às 17 horas, quando tentei comprar via internet), ainda assim o filme é um espetaculo visual como nunca visto. É dificil olhar paras as matas de Pandora e achar que aquilo tudo é CGI de tão real que parece.
O roteiro é simples e meio batido? Sim até é um roteiro que bote um espião trocando de lado por causa de uma paixão é até um pouco clichê mas se formos ver por este lado, bem, então vamos desconsiderar quase todos os filmes de Hollywood da ultima década pois os grandes sucessos estão recheados de clichês, em sua imensa maioria.
E não creio que o diretor tivesse tentando contar uma história inédita de amor e sim mostrar uma realidade toda nova, todo um mito novo dentro das mitologias do sci-fi de Hollywood (ele já admitiu que tem mais dois filmes bolados) e nisso ele obtem um sucesso incontestável.
Sem falar que o filme é divertido para caramba e que prende você na cadeira, apesar das quase três horas de duração, com seus cenários lindos e suas cenas de batalhas muito bem boladas.
Avatar, o filme:
