Apanhadão de Filmes
November 24th, 2009 by LucasBem, como eu estava devendo o post sobre os três filmes que vi por ultimo no cinema, resolvi juntar tudo num “apanhadão de filmes” e aproveitei para incluir no pacote um filme “clássico” dos anos 80 que vi pela primeira vez completo outro dia no laptop.
Lua Nova:
Eu acho que quase todos sabem do que se trata esse filme mas vamos à sinopse: “Um incidente na festa de aniversário de Isabella “Bella” Swan (Kristen Stewart) faz com que Edward Cullen (Robert Pattinson) vá embora. Arrasada, Bella encontra consolo ao lado de Jacob Black (Taylor Lautner). Aos poucos ela é atraída para o mundo dos lobisomens, ancestrais inimigos dos vampiros, e passa a ter sua lealdade testada. Quando descobre que a vida de Edward está em perigo, Bella corre contra o tempo para ajudá-lo no combate aos Volturi, um dos mais poderosos clãs de vampiros existentes.” (fonte: Adorocinema.com)
Bem, aqueles que tiveram o prazer de ver esse filme sábado à noite na sala 3 do cinema São Luís tiveram o luxo de ver uma “sessão comentada” por mim, meu irmão e mais meia dúzia de desocupados. É aquela história, diante de tantos gritinhos adolescentes de “aahhhh” nós não pudemos nos calar e ainda contribuímos para a cultura do público ao lembrarmos, em voz alta, que os esteróides que o ator que faz o indio tomou podem dar câncer e deixar impotente.
Bobagens à parte, o filme é bem melhor que o anterior da série (Crepúsculo). Está melhor adaptado e, fundamentalmente, a caracterização dos personagens melhorou, principalmente os vampiros que deixaram de ser as bonecas com cara de pó de arroz e lábios carmim para ser algo mais próximo do que é descrito no livro: pessoas pálidas mas nada exagerado que chame atenção. Sinceramente, o filme vale a pena para quem leu os livros ou quem apenas viu o primeiro filme.
Lua Nova:
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À Procura de Eric:
Sinopse: “Eric Bishop (Steve Evets) é um carteiro que sente que sua vida está sendo desperdiçada. Ele não consegue enfrentar Lily (Stephanie Bishop), sua ex-esposa, por quem se apaixonara há 30 anos. Apesar de seus esforços para reagir, nada dá certo. O único jeito de relaxar é fumando um baseado, o que faz com que tenha ilusões com o ex-jogador de futebol Eric Cantona. Eric recebe conselhos de seu novo amigo, que lhe ajuda a superar o momento difícil que atravessa.” (fonte: Adorocinema.com)
Fui ver este filme no Estação Botafogo junto com o meu amigo Francisco Russo por indicação de meu irmão, Bruno e de minha cunhada, Renata Leal, que tinham visto ele na Mostra São Paulo de Cinema.
Embora eu tenha ido com um pé atrás, confesso que esse foi um filme que me surpreendeu positivamente. Acho que o tal baseado inglês deve ter lago a mais para fazer um pobre carteiro alucinar um francês narigudo mas isso não interfere, muito pelo contrário, torna o filme ainda mais divertido. Este filme me rendeu, honestamente, boas gargalhadas e, para mim, é o que faz dele um filme muito bom.
À procura de Eric:
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Distrito 9:
Sinopse: “Há 20 anos uma gigantesca nave espacial pairou sobre Joanesburgo, capital da África do Sul. Como estava defeituosa, milhões de seres alienígenas foram obrigados a descer à Terra. Eles foram confinados no Distrito 9, um local com péssimas condições e onde são constantemente maltratados pelo governo. Pressionado por problemas políticos e financeiros, o governo local deseja transferir os alienígenas para outra área. Para tanto é preciso realizar um despejo geral, o que cria atritos com os extra-terrestres. Durante este processo Wikus Van De Merwe (Sharlto Copley), um funcionário do governo, é contaminado por um fluido alienígena. A partir de então ele se torna um simbionte, já que seu organismo gera algumas partes extra-terrestres. Com o governo desejando usá-lo como arma política, Wikus conta apenas com a ajuda do extra-terrestre Christopher para escapar.” (fonte: Adorocinema.com)
Outro filme que eu fui ver “meio assim” mas que se mostrou uma porrada na cara do apartheid e da África do Sul pós apartheid. Através de uma alegoria (os aliens) o diretor sul-africano Neill Blomkamp faz uma critica feroz ao antigo regime do seu país e mostra que o preconceito não é uma exclusividade dos brancos e sim um defeito inerente à humanidade, que tende a repelir tudo aquilo que é diferente ao mostrar a atitude dos negros com relação aos aliens.
Distrito 9 não é só um filme, ao meu ver mas um exercício de raciocínio sobre os nossos atos e como lidamos com o próximo e, por isso mesmo, imperdível.
Distrito 9:
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Stallone: Cobra:

Sinopse: “Policial (Sylvester Stallone) se empenha ao máximo para proteger uma bela modelo (Brigitte Nielsen), que se tornou alvo de uma seita que mata as pessoas sem nenhum motivo aparente.” (fonte: Adorocinema.com)
De cara, por essa sinopse, você poderia achar que é mais um filme onde o Stallone faz um personagem durão e inexpressivo. E provavelmente seria esse o destino do filme sobre o policial Marion Cobretti (que, curiosamente, é baseado num livro) se não fosse um fator: a dublagem.
Sim, a dublagem foi o que fez desse filme um cult dos anos 80. Não faço idéia do que passou na cabeça do tradutor e dos dubladores mas esse conseguiram transformar um filme que era para ser sério, onde um tira durão de Los Angeles passa fogo num culto de assassinos protegendo uma modelo gostosa (a ex do Stallone no seu auge de “saúde”) numa aventura para lá de divertida.
Por acaso dá para imaginar um personagem desse tipo, com a voz tradicional do dublador do Stallone falando algo como: “Você é muito imaturo, você é um cocô”? Ou algo como: “Você é muito estressado. Devem ser esses chicletes que você come. Você deveria comer algo mais natural como ameixa ou uva. Já comeu peixe? Peixe é bom.”. Isso só para citar algumas das pérolas do filme.
Se depois desse texto eu lhe deixei curioso, sugiro que procures bem por este filme porque, infelizmente, o dvd só saiu com a versão legendada.
Cobra:
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Mais uma vez eu recorri ao supermercado do prédio do Miguel para adquirir as cervejas da vez.
Já a outra, a cerveja lager mexicana “Dos Equis” ou XX como também é conhecida, é uma velha conhecida minha. Já na virada de ano de 95/96 eu tomei algumas garrafas de Dos Equis no lindo balneário de Cancun. Foi lá que aprendi que cerva mexicana que se preze deve ser tomada direta da garrafa com um gomo de limão dentro desta e que tequila deve ser bebida com limão e sal mas sem passar o sal e o limão na borda do copo como alguns hereges brasileiros o fazem (outro dia num outro post juro que ensino com deve beber tequila, segundo os mexicanos).




