“Libero Sim”
July 31st, 2009 by LucasEsse vídeo, sacaneando High School Music, é velho (embora continue divertido) mas posto aqui em homenagem ao Miguel, o outro administrador desse domínio, que adora ele:
Esse vídeo, sacaneando High School Music, é velho (embora continue divertido) mas posto aqui em homenagem ao Miguel, o outro administrador desse domínio, que adora ele:
Ontem, apesar de estar me recuperando de uma virose, fui com meus pais e o meu irmão ao Restaurante Mizu, na Rua Farani, em Botafogo, para comemorar o meu aniversário (sim, blogueiros também envelhecem).
De cara, a proposta do Restaurante (Culinária Mexicana e Japonesa) pode soar estranha, principalmente se consideramos que há um rodízio com as duas comidas.
E foi esse rodízio que eu e o meu irmão encaramos. Poder ser que o preço seja salgado demais para a qualidade da comida (46,90 de noite de segunda a quinta), pode ser que existam restaurantes de comida japonesa e de comida mexicana melhores (o meu pai garante que a comida tex-mex do Rota 66 é bem melhor) mas não posso dizer que não fiquei satisfeito com o que comi. Pelo contrário, tanto o mexicano quanto o japa estavam igualmente saborosos. E o preço, comparado ao dos pratos prontos, não é tão mais caro assim.
O único ponto realmente negativo do local é o preço da cerveja. Uma garrafa de Sol (“Estilo mexicano, não a versão tupiniquim) long neck não pode custar os absurdos 7,50 que eles cobraram mas tudo bem.
Restaurante Mizu:
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Sabe o que ninguem merece? Às vesperas do seu aniversário você passar dois dias com febre e dor no corpo. E, bem é como eu passei os dois ultimos dias. Com febre e dor no corpo. Ninguem merece mesmo!
E hoje eu consegui finalmente testar uma brincadeira do “Doritos Sweet Chili” que consiste em por uma imagem que vem no verso do saco na frente e ela gerará um “Doritos Lover”, uma espécie de “pokemon do doritos”. Bem, aqui está o meu:

Como é vida de médico? É como o que ocorreu ontem comigo:
Em torno de onze e cinquenta da noite, jogando na casa do Miguel, já tendo bebido umas cervejas, me toca o celular. No que fui atender era uma guria que, bem, não devia me ligar, sei lá, a uns dois ou três anos, pelo menos.
De cara ela vira, emenda um oi, boa noite e já pergunta: “Lucas, tem uma amiga minha que tá com infecção urinária e que tá precisando tomar antibiótico. Qual você recomenda?” Eu, normalmente, não gosto de dar consulta por telefone mas, não me perguntem porque, falei o nome do remédio que se costuma, muitas vezes, passar para crianças que estão com infecção urinária, frisando, é claro, que não saberia dizer ali, na hora, a dose que a amiga dela deveria tomar. Ela me pareceu anotar o nome, agradeceu, pediu desculpas pela hora e desligou.
Claro que, na hora, inclusive pelo fato da Dani, mulher do Miguel, não se encontrar à mesa, rolaram algumas piadas machistas, zoações que a mais leve a única que ouso escrever aqui foi a que o Miguel soltou: “Para te pedir remédio a essa hora as pessoas ligam mas duvido que alguem já tenha te ligado para te dar a bunda…”. Machista? Sim, mas não deixa de ter um pequeno fundo de verdade. É como diz o meu avô: “para comer a minha mãe está cheio mas para dar para o meu pai não tem ninguém”.
Porem, fazer o que? Vida de médico é assim mesmo e esta é a vida que escolhi para mim e da qual não me arrependo nem um pouco.
A primeira vez que vi que Tim Burton faria um filme baseado em “Alice no País das Maravilhas” fiquei com um pé atrás, pensei que ele ia transformar num filme de terror.
Mas depois pararei e pensei que, apesar de todo o seu toque sombrio, o novo “Fabrica de Chocolates” dele não é um filme de terror, muito pelo contrário e o “Alice” vai ser produzido pela Walt Disney, logo terror zero. E depois que vi o trailer, passei a ter certeza.
Não sei quanto à vocês mas eu irei ver quando estrear e, de preferência, em 3D. Veja o trailer e julguem por si próprios:
Depois da viagem à São Paulo, meu irmão teve o prazer de me apresentar a uma suposta música de criança que ele escutou no Hopi Hari, junto com a Renata, namorada dele.
Não posso dizer que tive o mesmo prazer ao escuta-la tocar num vídeo no Youtube. A música “Saiba” parceria de Adriana Calcanhoto e Arnaldo Antunes é de um nonsense total. A melodia é realmente bem infantil mas a letra, bem, seguramente, para mim, parafraseando o título do CD dos Titãs, é a pior música de todos os tempos da última semana. Eu definitivamente não botaria ela para tocar para um filho meu.
Deixo aqui a letra e um vídeo da música para que vocês possam julgar por conta própria e emitirem sua própria opinião:
Saiba -
Adriana Calcanhoto e Arnado Antunes
Saiba: todo mundo foi neném
Einstein, Freud e Platão também
Hitler, Bush e Saddam Hussein
Quem tem grana e quem não tem
Saiba: todo mundo teve infância
Maomé já foi criança
Arquimedes, Buda, Galileu
e também você e eu
Saiba: todo mundo teve medo
Mesmo que seja segredo
Nietzsche e Simone de Beauvoir
Fernandinho Beira-Mar
Saiba: todo mundo vai morrer
Presidente, general ou rei
Anglo-saxão ou muçulmano
Todo e qualquer ser humano
Saiba: todo mundo teve pai
Quem já foi e quem ainda vai
Lao-Tsé, Moisés, Ramsés, Pelé
Gandhi, Mike Tyson, Salomé
Saiba: todo mundo teve mãe
Índios, africanos e alemães
Nero, Che Guevara, Pinochet
e também eu e você
Vídeo dublado do clássico desenho do Superman de 1943 produzido pela Paramount:
(Editado: Como o filme dublado foi tirado do ar,, substitui o video por outro, da mesma série de desenhos, feito em 1941. Infelizmente, a qualidade deste está inferior ao anterior)
Não sou muito em me ligar nessas coisa de “dia do veterinário”, “dia do carteiro” “dia do sei lá o que mais” e etc mas hoje, no dia do amigo (que eu só sei que é hoje por causa de uma propaganda de cerveja) , você já abraçou um amigo e disse que é bom tê-lo como amigo (ou amiga)?
Não que só devamos louvar as nossas amizades hoje, na verdade todo dia tinha que ser “dia do amigo” mas porque não fazer lago especial hoje?
A todos os meus amigos que estejam lendo isso aqui: um grande e maravilhoso dia do amigo para vocês e saibam que é uma honra contar com a sua amizade!
Ontem, por falta de compania, fui ver o sexto filme da franquia “Harry Potter” no cinema (num total de sete) e, casualmente, no mesmo cinema onde anos atrás assiti o primeiro com o meu irmão e o meu amigo Pedro.
Uma coisa que não mudou foi o público. Como diria o meu pai, “de cada pueblo um paizano”, ou seja, gente das mais diferentes tribos possíveis e principalmente, das tribos “freaks”. Acho que filme de Harry Potter, nesse ponto, só encontra, aqui no Rio, páreo no “Festival do Rio” e no “Anima Mundi”. Alias, e como tinha gente que sentava na vassoura ontem lá na sessão e não é exatamente da maneira que se costuma sentar nos filmes, não mesmo. Digamos que no filme eles sentam no sentido horizontal e esses sentavam na posição vertical mesmo.
Findado esses dois primeiros parágrafos, deixa eu me ater à critica do filme, propriamente dito. Já fazem alguns anos que li o livro e, considerando que já li muita coisa desde então, esse não estava totalmente fresco na minha mente embora eu tenha me surpreendido em ser capaz de “prever” certas coisas que ocorreram no filme.
Pelo que me recordo, o filme é fiel à idéia original do livro, se mantendo dentro da sinopse deste. Claro, não foge do circulo vicioso: “Harry atormentado + Diretor exigindo muito dele + Harry e amigos se metendo em fria enfrentando bandidos + autoridades do mundo dos bruxos são patetas e superadas por jovens” mas essa é tonica de todos os livros, de todos os sete, embora com pequenas diferenças entre um e outro e isso não faz do filme um filme ruim nem faz ele entrar para galeria do “se viu um, viu todos” até porque a história, apesar do circulo citado acima evolui junto com os seus personagens.
Por falar em evoluir, a Emma Watson, que no primeiro filme não passava de uma meninnha (e ainda assim um sequelado conhecido meu disse, na época, que ela dava um caldo e isso porque ele já tinha bem mais de vinte anos naquele ano), hoje em dia já se tornou uma mulher bem bonitinha, bem bonitinha mesmo e posso dizer isso sem medo de parecer tarado afinal estou falando de uma moça de dezenove anos.
Harry Potter e o Enigma do Principe:
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Imagino que pelo menos alguns de vocês lembram da confusão que deu aqui no Brail com a foto da Carol Castro segurando um terço nua. Na época achei um grande exagero tal indignação, achei exagerada a idéia de tirar a revista das bancas como fizeram e tudo mais.
Mas, desta vez, tenho que reconhecer que a Playboy Mexicana exagerou. Aproveitando que a sua capa se chamava Maria, fizeram um ensaio onde ela trajava roupas que lembrava a Virgem de Guadalupe, padroeira do México.

A capa da polêmica edição
Como eu disse antes, acima, fui contra a polêmica da Carol Castro mas desta vez tenho que dar o braço à palmatória. Foi um ensaio desnecessário esse. A moça é linda, tem um corpo bem interessante (não resisti e procurei as fotos do ensaio), não era necessário fazer isso para chamar a atenção. Botassem a moça vestida de rainha asteca, rainha maia, como a esposa do falecido Maximiliano D´Austria, único Imperador do México (sim, Lucas tambem é cultura) e botassem que “essa rainha todo mundo seguiria” ou algo assim mas sei lá, “Virgem Maria” é algo desnecessário.
E não digo isso porque sou católico. Simplesmente acho qualquer deboche ou ataque a uma religião algo extremamente desnecessário. No caso da Playboy da Carol, não achei ofensivo o terço na mão da moça mas agora é um pouco óbvio que a idéia foi chocar, provocar. Algo que não era necessário diante da beleza da moça.
Procurem o ensaio (é só “googlar” o nome dela completo, Maria Florencia Onori que ele aparecerá um dos primeiros links) e tirem suas proprias conclusões.