Budapeste
May 29th, 2009 by Lucas
Se eu tivesse que tentar definir o filme “Budapeste” baseado na obra homônima de Chico Buarque, acho que seria a seguinte: “Personagens loucos e mulheres bonitas nuas reunidos por um bom roteiro”.
Antes que perguntem, sim eu gostei do filme e, não, eu não prestei atenção só nas mulheres nuas que aparecem. Nunca li o livro (agora estou com vontade lê-lo) mas acho que o filme é uma boa adaptação, usando os critérios do meu amigo Francisco Russo: ele passa a idéia principal do livro (ou ao menos aqueles que leram o livro assim me garantiram) e não é confuso para aqueles que não leram, como foi o meu caso. Não é 100% fiel mas é por isso que se chama “adaptação”.
Achei o filme muito bem montado, aproveita bem a beleza da cidade título e me impressionou a desenvoltura do ator principal, brasileiro, com o idioma magiar que me passou a idéia de ser mais um daqueles idiomas difíceis de aprender como o russo, o basco, o servo-croata e boa parte dos asiáticos.
Quanto às mulheres, bem, como posso falar sem ser muito machista? A Giovana Antoneli me surpreendeu com sua bela bunda. A Débora Nascimento (a “mulata do alemão”) mostra o que a brasileira tem. A bela húngara Gabriella Hámori me surpreende, uma vez que não a conhecia, por seu talento na hora de atuar e por sua beleza de rosto e de corpo. Com relação à Paola de Oliveira, bem, sem comentários, linda como eu sabia que ela seria e corajosa por topar fazer uma ponta no filme, sem falas e com um nú total e frontal, diferente da Giovana, que mostra a chamada “zona do agrião” muito de relance numa cena só. Desculpem me o comentário bobo mas eu casava com a Paola, no ato, sem nem pensar. E, definitivamente, eu estou ficando muito “médico”, afinal como se explicar que na única cena de nú total da Giovana eu tenha conseguido reparar como foi mal feita a cesariana dela?
Voltando ao filme, bem, é um filme que recomendo a todos e não só aos homens.
Budapeste, o filme:
![]()

No retorno de minha viagem à Sampa, na parada do Graal Shopping, tive a oportunidade de comer o meu jantar (um “Big Graal”) acompanhado da Kaiser Bock.




